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Sexo Seguro: como transar sem correr risco de DST

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Você, certamente, já ouviu o conselho “Faça sexo seguro”. Mas o que será isso, afinal, na prática? É possível mesmo transar com total segurança? Vamos ao tema de hoje!

camisinha

Bem, antes de entrar na questão do ato sexual, a primeira ideia que me ocorreu foi: viver é um risco. Não existe garantia de nada. Mas é claro que a questão aqui não é exatamente esta, ainda que ela tenha muito em comum…

Partindo daí, fui pesquisar o assunto com foco nas DSTs e na possibilidade de ter relações com nível zero de chance de contrair alguma doença.

Então, encontrei um artigo no qual a moça perguntava ao médico: “usando camisinha, existe alguma probabilidade do meu namorado, que é soropositivo, me transmitir HIV?”. E para a minha surpresa, a resposta foi: SIM.

Ou seja, o profissional explicou à jovem que não há uma forma 100% segura de aproveitar plenamente a relação sem se contaminar. O que ele poderia fazer era dar orientações para diminuir muito a possibilidade do contágio.

O exemplo é relativo à AIDS, mas existem várias outras DSTs, que podem ser evitadas ao fazer o famoso sexo seguro. Veja maneiras de potencializar seus cuidados com a saúde e reduzir o risco de contrair uma Doença Sexualmente Transmissível:

Camisinha SEMPRE – não é uma vez ou outra. Quer ignorar a proteção só porque ACHOU que a pessoa é saudável? Nem pense nisso! Aparência física está longe de dizer o que está escrito no prontuário médico.

Ainda mais hoje em dia quando os tratamentos contra a AIDS e os recursos estéticos disponíveis ajudam a melhorar o aspecto visual dos portadores da doença.

Isso citando mais uma vez o caso da Síndrome da Imunodeficiência Adquirida. Tem várias outras enfermidades transmitidas pelo sexo que não ficam aparentes logo, até mesmo na vagina ou no pênis. Nem sempre aquela olhadinha básica para a região tira todas as dúvidas…

colocar-camisinha

Ah! E não basta usar o preservativo, é preciso usá-lo como manda o figurino, ok? É essencial a colocação correta dele, que deve ter tamanho adequado, não acumular ar na ponta e ser desenrolado direitinho, entre outras medidas para evitar ruptura.

O problema é que às vezes ela estoura mesmo e, aí, adeus sexo seguro…

Ter uma grande variedade de parceiros também contribui para o aumento do risco. Afinal, é mais gente e, portanto, mais exposição a variadas condições de saúde.

• Sexo oral também é sexo – parece redundante, mas muita gente passa por cima dessa “regra” e acaba descuidando da proteção ao fazer ou receber sexo oral.

O sexo oral, tanto nele quanto nela, envolve riscos semelhantes aos da penetração quando o assunto é transmissão de DSTs.

Dados do Ministério da Saúde revelam que a taxa de transmissão de HIV em casais que se relacionam com preservativo chega a algo em torno de 1%. Ou seja, pênis e vagina podem estar resguardados do contato entre si, mas e as outras áreas?

É preciso levar em consideração, ainda, que feridas na boca ou na genitália de uma pessoa infectada pelo vírus da AIDS são ricas em células linfocitárias, as que trazem o HIV.

Portanto, feridas que sangram são capazes de passar a doença, até durante o beijo na boca – ato que normalmente não transmite a enfermidade.

Fazer sexo seguro requer cuidados com a troca de fluidos corporais com o parceiro. Especialmente quando não se está em uma relação dita estável.

No artigo O que são DSTs e quais as mais comuns, você confere um conteúdo especial sobre as principais Doenças Sexualmente Transmissíveis.

Com informação e prudência, fica mais seguro transar. Agora, risco zero de contrair uma doença transmitida pelo sexo, como você viu hoje, não dá para garantir.

Cuide-se! Até breve!


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