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Pílula do dia seguinte faz mal? Clique e saiba aqui

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A pílula do dia seguinte nada mais é do que um recurso de emergência utilizado quando a camisinha estoura na hora da ejaculação ou quando a mulher esquece de tomar o anticoncepcional de rotina durante dois ou três dias e só se dá conta disso na hora H, entre outras situações.

Nos Estados Unidos, é conhecida como plano B, servindo também em casos de estupro.

Ou seja, não deve ser algo habitual, muito menos ingerido mais do que uma vez em um mês, apesar de sua facilidade de aquisição, já que é vendida sem receita nas farmácias, em média a um custo de R$ 20,00.

Nos postos de saúde da rede pública, a prescrição também não é mais exigida, facilitando a vida de quem precisava esperar quase dois meses para consultar um ginecologista. Algo que não fazia sentido algum no contexto de uma pílula emergencial.

Atualmente, basta ir a um posto e, se não houver um médico de plantão, um enfermeiro está autorizado a fornecer o medicamento, mesmo se for uma garota menor de idade.

Normalmente, o profissional orienta a mulher a conversar com um médico posteriormente para verificar se a pílula de emergência não está sendo usada como único método contraceptivo, o que não é indicado.

O medicamento é importante porque tem diminuído em mais de 50% o índice de gravidez indesejada e evitado milhares de abortos.

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Ao contrário do que muita gente pensa, a pílula do dia seguinte não é abortiva, pois seu objetivo principal é bloquear a ovulação e, com isso, dificultar a ocorrência da gravidez.

Se a mulher não tiver ovulado, a pílula do dia seguinte deverá evitar ou atrasar a liberação do óvulo, evitando a fecundação. Ela funciona de diferentes maneiras, dependendo da fase do ciclo menstrual em que for usada.

O contraceptivo de emergência não permite que o endométrio, a camada que cobre o útero, seja preparado para receber o óvulo fecundado. É o chamado endométrio gravídico, cuja descamação provoca a menstruação.

Depois do sexo desprotegido, é fundamental tomar a pílula de emergência o quanto antes. A eficácia dela nas primeiras 24 horas após o coito é de 88%, por exemplo. Mas a mulher tem até 72 horas (três dias) para tomar o comprimido.

A pílula do dia seguinte é encontrada em dose única ou em duas doses, sendo que no segundo caso é necessário tomar um comprimido e esperar 12 horas para ingerir o outro. Quando houver grande risco de esquecimento, é recomendado tomar os dois de uma vez.

O lado mau da pílula do dia seguinte

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O remédio para impedir uma gestação fora de hora não deve ser tomado por mulheres com distúrbios no metabolismo, especialmente insuficiência hepática e tromboembolismo venoso. É essencial conversar com um médico antes.

Por causa de sua alta dose de componentes hormonais, pode provocar efeitos colaterais como dor de cabeça e nas mamas, diarreia, pequeno sangramento vaginal, náuseas, alteração do ciclo menstrual e cansaço.

Além disso, quando tomada mais de uma vez por mês, perde a eficácia, elevando assim o risco de uma gravidez.

E ainda: a menstruação pode ficar mais escura que o normal e vir em maior quantidade depois de utilizar o contraceptivo de emergência. O ciclo também costuma ficar desregulado por 1 ou 2 meses, até que o nível de hormônios no sangue volte ao normal.

Cuide-se e até o próximo artigo!


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