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Peguete, ficante e namorado: saiba as diferenças

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Tudo está muito rápido, e nem sempre as coisas ficam muito claras nos relacionamentos. Para facilitar sua vida amorosa, confira no artigo de hoje as diferenças entre peguete, ficante e namorado.

No namoro, o grau de compromisso é elevado, ou seja, é preciso dar satisfações ao parceiro e deve existir respeito mútuo. Namoro é namoro, e pronto! Não tem meio-termo ou negociação.

namorados

Decidir que está namorando alguém quer dizer que você não tem mais aquela vidinha livre de antes, de ir para qualquer lugar sem provocar reações em outra pessoa.

O ficante é um gênero bastante conhecido entre a maioria dos jovens. Mas até os adultos mais antenados estão aderindo ao estilo no qual existe um parceiro para sair com certa frequência. Porém, com a liberdade de se relacionar com outras pessoas, sem cobranças.

O grau de compromisso entre os ficantes é médio, isto é, existe abertura para novas histórias, mas não pode virar bagunça.

Por exemplo: não pode ficar com outra pessoa na frente do ficante. Deve haver pelo menos o mínimo do tal respeito mútuo, e nada de crises de ciúmes ou “showzinhos”.

ficante

E o peguete, hein, o que será isso?

É quando o compromisso é zero. Para quem prefere não ficar amarrado a ninguém, é o melhor dos mundos; a perfeição quando o assunto é ter uma companhia temporária para curtir bons momentos.

A mais nova modalidade (se é que já não tem outra por aí…), o peguete, é aquela em que você encontra a pessoa uma vez ou outra, não tem a mesma frequência do ficante.

Como você pode ver, as coisas estão bem diferentes de tempos atrás, quando só existia praticamente namoro, noivado e casamento. E, geralmente, com a mesma pessoa. Para a realidade atual, um verdadeiro ser alienígena.

Ou se existiam versões fora desse padrão, talvez não fossem com tantas variações. É a impressão que se tem atualmente…

E é bom que as modalidades de relacionamento sejam esclarecidas não apenas para quem está “entrando no mercado” agora, como, também, para os pais dos jovens, que têm dificuldade de acompanhar tanta modernidade.

Por isso, meninos e meninas, sugiro que tenham paciência com papai e mamãe, principalmente se eles já passaram dos 40 anos. A confusão na cabeça deles pode ser grande. Quanto aos seus avós, bem, é melhor nem tentar explicar!

E mais: às vezes, só olhando, não dá para entender o que é que está rolando entre duas pessoas.Não é raro encontrar casais abraçadinhos, que você jura que são namorados, mas na verdade não passam de ficantes. E está ok para eles. Ou seja, “o combinado não sai caro”, como diz o velho ditado. Aliás, é interessante que o outro saiba o que está acontecendo, certo?

Modernidades à parte, não custa nada deixar claro se é peguete, ficante ou namorado. Para evitar expectativas frustradas e diversos outros prejuízos emocionais na cabecinha de quem está ao seu lado, mesmo que por pouco tempo.

Moral da história: seja qual for o título do relacionamento, no final das contas, todos querem a mesma coisa, encontrar alguém. Namorar, ficar, pegar, viver. Afinal, não nascemos para ficar sozinhos.

O tempo passa, o comportamento muda, mas nossa essência, aquilo que nos guia, continua a mesma. Desde que o mundo é mundo, queremos interagir, tocar, beijar, abraçar, compartilhar momentos, ser amados. Então, viva!

Até o próximo artigo!


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