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O que são DSTs e quais as mais comuns

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DST é a sigla de Doenças Sexualmente Transmissíveis. Ou seja, aquelas que são passadas de uma pessoa infectada a outra durante contato sexual sem proteção.

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Geralmente, as DSTs se manifestam por meio de corrimentos, bolhas, verrugas ou feridas. Mas algumas delas podem não apresentar sintomas, tanto no homem quanto na mulher.

Por isso, é importante que, depois de fazer sexo sem camisinha, a pessoa procure logo o serviço de saúde para consultas periódicas de acompanhamento.

Quando não diagnosticadas e tratadas a tempo, as doenças transmitidas pela relação sexual desprotegida podem evoluir para complicações graves, como câncer, infertilidade e até morte.

É tratando adequadamente a DST que o paciente pode ter melhor qualidade de vida, além de interromper a cadeia de transmissão da doença. Lembrando que o Sistema Único de Saúde, o SUS, oferece atendimento gratuito neste sentido.

Um detalhe importante: a prevenção deve ser feita em TODOS os tipos de sexo, isto é, oral, anal ou vaginal.

A camisinha (em suas diversas formas e finalidades) é o método mais eficiente de redução do risco de transmissão das DSTs, principalmente a AIDS.

Saiba quais as DSTs mais frequentes:

AIDS – É a Síndrome da Imunodeficiência Adquirida, uma doença causada pelo vírus HIV. Ele ataca as células de defesa do organismo, os linfócitos, deixando o sistema imunológico mais propenso a outras doenças.

Como os sintomas da AIDS podem demorar a se manifestar em algumas pessoas, é fundamental manter os exames em dia, além de não abrir mão da proteção durante o sexo. Por mais atraente e “saudável” que o parceiro pareça.

Olhando no rosto de alguém, atualmente, é difícil saber se aquela pessoa tem uma doença como a AIDS.

HPV (Vírus do Papiloma Humano) – é uma enfermidade provocada por alguns tipos de vírus que causam verrugas e lesões. São as chamadas papilomas, que surgem na vulva, vagina, colo do útero, pênis ou ânus.

Determinados tipos de HPV são capazes de levar ao desenvolvimento do câncer, especialmente o de colo do útero.

O diagnóstico do HPV é feito através de exames físicos, além de biópsias e do Papanicolau, um procedimento de rotina que revela a presença de alterações nas células uterinas.

Gonorreia – causada pela bactéria Neisseria gonorrheae, essa doença sexualmente transmissível provoca dor ao urinar e secreções com cheiro desagradável na vagina ou uretra.

Transou sem camisinha? Fique atento aos sinais, que podem aparecer logo. O período de incubação, ou seja, da contaminação à manifestação dos sintomas da Gonorreia é curto, vai de 2 a 10 dias.

O diagnóstico da doença acontece por meio de exames físicos e da avaliação do histórico do paciente. Testes em laboratórios, com análise de amostras de secreção, também podem ser solicitados para confirmar a presença da bactéria.

Sífilis – é outra DST causada por bactéria, neste caso a Treponema pallidum. A doença tem 3 estágios: Sífilis primária, secundária e terciária.

O tempo de incubação da enfermidade é de cerca de 30 dias. Depois desse período, surge o principal sintoma do estágio 1, a lesão genital, geralmente nos lábios vaginais ou na área da cabeça do pênis.

Sem tratamento, o quadro acaba evoluindo para os estágios 2 e 3, capazes de acarretar sérios problemas de saúde e até a morte.

Herpes Genital – o vírus da herpes simples – HSV – é o causador da doença nas genitálias, com o desenvolvimento de manchas, lesões e bolhas pequenas nas mucosas da vagina ou do pênis.

A Herpes pode ser controlada, mas não eliminada do organismo. O que leva seus portadores a passar por uma série de crises dela no decorrer da vida. Normalmente, isso acontece em épocas de estresse e extremo cansaço, quando a imunidade costuma cair.

DST não escolhe cor, classe social, sexo ou idade. Qualquer pessoa com vida sexual ativa pode pegar uma doença sexualmente transmissível. Prevenir é a melhor escolha.

Cuide-se, e até o próximo artigo!


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